Terra aparentemente hackeado

Acabei de notar, parece que alguem hackeou a pagina do terra ou obteve acesso a alguma parte do CMS deles.

A pagina ainda pode ser vista aqui: http://odia.terra.com.br/tecnologia/htm/_font_size_7_h4ck3rsbr_font__79257.asp

Caso ela saia do ar eu tirei um shot:

Segurança segurança….

Bug iPhone 2.0.1 e WIFI esquecendo redes

Bem, não fui eu quem resolveu este bug só estou publicando aqui pois a indexão do forum onde eu encontrei não é muito boa, demorei um tempão pra achar no google.

Se o seu iPhone depois de usar o Pwnage tool não consegue mais lembrar senhas do wifi, emails e mobileme, instale o terminal a partir do Cydia e depois dentro do terminal:

su
(senha alpine)
chmod 0777 /var/Keychains
reboot

Depois do reboot ele irá começar a salvar as senhas sem problemas.

Referência: http://www.iphonemod.com.br/forum/viewtopic.php?f=2&t=6689&p=44377&hilit=2.0.1+wifi#p44377

On the upcoming storm

For the changes to become true,
one must feel the pain of
the blade cutting the thin skin,
to the blood clean the mindless soul.
Then a soulless mind can truly arrive.

Android?

Venho acompanhando a algum tempo o desenvolvimento do novo sistema operacional para celulares do Google, chamado Android.

A primeira vista me parece um projeto interessante, ele vem com o ideal opensource, cujo não compartilho muito com os seus principios, mas tem todo o meu respeito e admiração.

Ele veio para competir com o Windows Mobile, Symbian, e o iPhone (Mac OS X embedded).

O que mais impressiona nele é o fato de ser totalmente baseado em Linux, e é dai que eu acredito que está o seu calcanhar de aquiles.

O Linux é um problema sério para qualquer sistema embarcado, apesar de ser fácil de usar, seus mantenedores tem o péssimo hábito de quebrar compatibilidade em cada versão.

Neste exato momento estou desenvolvendo um driver para uma placa de CCTV (Circuito interno de televisão) afim de poder usá-la sem ter que depender do software do seu fabricante, e ao entrar na lista de discussões da interface de video4linux fui “gentilmente” informado que tudo que eu fiz é inútil pois a partir de agora eles estão implementando a segunda interface de entrada de vídeo que irá tornar todos os drivers anteriores praticamente incompatíveis.

Como um sistema que irá rodar em diversos aparelhos com hardware diferente poderá competir com os outros já estabelecidos no mercado e com hardware fixo, quando seus mantenedores trocam e quebram a compatibilidade a cada release de kernel? Fazer uma fork do sistema operacional nos dias de hoje é impossível devido as extensas mudanças promovidas pelos “gurus”, toda a parte de Virtual Memory foi refeita, drivers, módulos, interfaces de rede, e tudo mais que se imaginar, milhares de bugs devem ter sido gerados que tornam impossível não manter compatibilidade com a tree original.

Apesar da iniciativa ser interessante, eu acredito que o Google terá grandes problemas para competir até mesmo com o “pseudo” Sistema Operacional Symbian da Nokia e o Windows Mobile da Microsoft..

Isso se não compararmos com o Mac OS X embedded, que tem toda a arquitetura do Darwin baseado no BSDi, este sim não tem como comparar com a arquitetura dos outros sistemas “mobile”.

Mas este é assunto para outro post sobre arquitetura de sistemas operacionais que um dia farei.

Sábado 16/08 Zoco Beans em Porto Belo

Para quem tiver afim, é anexo ao Balihai de Porto Belo! A tarde por do sol único na beira da praia.

Teste de post do wordpress para iphone

Testanfo um post com o wordpress do Iphone 3G, aparentemente funciona direitinho so preciso aprender como funciona a formatação.

O paradoxo do Exterminador do Futuro

Sempre achei ótimos os filmes que tratem viagens no tempo como parte integral da história, e o Exterminador do Futuro é um dos que mais trabalha este tipo de situação.

A História começa quando um combatente do futuro volta no tempo para salvar a mãe do chefe da resistência humana contra os robôs. O que acontece de fato é que este combatente, amigo do lider (John Connor) acaba engravidando a mãe dele, que dá origem a ele mesmo.

Aqui inicia-se o paradoxo, pois para que a sua mãe possa engravidar e dar origem a resistência, cujo ele é a peça chave pois é o único capaz de entender o software dos robos e “hackea-los”, as máquinas precisam se revoltar contra o homem, o dia do apocalipse precisa existir, para que as máquinas passem a dominar, e pior ainda, inevitavelmente John Connor tem que sobreviver até encontrar a máquina do tempo, pois só assim enviará seu amigo para o passado e se tornará seu pai.

No segundo filme, ele já esta maior, com sua mãe, descobre que as máquinas irão existir e também que as peças do primeiro robo que a mãe dele destruiu foram chave para o desenvolvimento da tecnologia, esta parte é um tanto obscura pois da origem a outro paradoxo, as máquinas teriam de existir primeiro antes do lapso temporal então em outro lugar ou outro tempo deveria-se estar desenvolvendo a tecnologia, mas isto não fica claro no filme. Eles acabam destruindo todo o laboratório e as peças, assim evitando que o dia do apocalipse aconteça na data prevista (1997).

No terceiro filme basicamente acontece o apocalipse em sí, mostrando o terminator 1, e toda a tecnologia desenvolvida efetivamente pelo exército americano sem lapsos temporais nem paradoxos.

O fato que me chama a atenção é a falta de lógica na hora de lidar com os acontecimentos do filme, pois se é impossível para John Connor evitar o apocalipse, pois logicamente ele nasceu disto, e se é impossível para as máquinas continuarem mandando robos para matar ele, pois ele precisa existir para dar origem a ele mesmo, como nenhum dos lados conclui isto e simplesmente se prepara para uma futura batalha ao invés de ficar neste pega-pega?

Na real eu sei a resposta que é simples: Dinheiro, os produtores da franquia querem gerar mais e mais filmes tratando disto esquecendo que toda a serie de eventos não tem nenhum sentido.

Lógica lógica que me domina.

A propriedade intelectual e a apropriação aduaneira

Novas leis estão sendo aprovadas em alguns países contra o terrorismo, permitindo aos fiscais aduaneiros confiscar computadores, vistoriar arquivos, solicitar senhas de arquivos criptografados, fazer copias de discos, dispositivos de memória flash, ipods e inclusive papéis e documentos, sem dar nenhuma explicação sobre o motivo, inclusive sem data para devolução dos equipamentos apreendidos, além disto eles estão autorizados a enviar estes dados a terceiros sem qualquer critério específico.

Como se um terrorista fosse entrar no território de destino dele com o seu notebook cheio de arquivos do tipo “meus planos para derrubar as duas torres.doc” ou “meus arquivos secretos terroristas criptografados”. É obvio que qualquer terrorista irá esteganografar os seus dados em imagens de criancinhas brincando ou arquivos da cruz vermelha, mas quanto a isto não é meu mérito tirar a razão destes países.

A questão que me preocupa mais é a propriedade intelectual, com esta lei eles removeram o direito do cidadão de transitar com qualquer tipo de segredo industrial entre as bordas dos países, pois, imagine um cientista levando uma descoberta a algum destes países, tendo seu computador analisado o que será que o governo irá fazer com estes arquivos? Esquecer ou enviar para um laboratório que possa utilizar e até patentear a descoberta antes mesmo do próprio cientista poder voltar ao país com os dados e dar entrada numa patente?

Com esta lei é declarada o fim da propriedade intelectual e dos segredos industriais, agora qualquer país com princípios semelhantes poderá se apoderar de todos os dados passando por suas bordas e fazer o uso que quiser destas informações sem discriminação, tudo a favor da guerra contra o terror! Tio Sam quem o diga!

Por isto a partir de agora ao ir para algum pais com leis semelhantes vou comprar um Asus EEPC e deixar limpinho, se quiser alguma coisa vou baixar do meu bucket da Amazon S3, que também estará sendo movido para a Amazon Europa em breve para garantir maior segurança dos meus dados.

Outra coisa é incluir no contrato de trabalho dos meus funcionários uma clara proibição de deixar o país com propriedade intelectual, além de computadores e qualquer documento ou dispositivo de mídia já utilizado para trafegar dados de propriedade da empresa, mesmo criptografados.

E mais um passo para o fim dos direitos civis.

US Courts Consider Legality of Laptop Inspection

Hellion

Ontem para passar o tempo fui ao cinema, estava com vontade de assistir o filme que tá em cartaz do Arquivo X, apesar das críticas ruins que eu li é uma serie que sempre me agradou, mas infelizmente o próximo horário iria demorar quase 2 horas e acabei indo ver este tal de “Hellion”, me parecia um filme de terror de segunda.

Para resumir a história é uma versão barata de “A Profecia”, onde o garotinho é um demônio disfarçado e aquela história toda, típico enlatado hollywoodiano de terror com ceninhas de suspense, aranhas e lobos no meio de lagos congelados quebrando.

Na história tem todo um rapto do menino que eu não vou contar por inteiro, mas o interessante é que numa das vezes o raptor vai a um museu falar com o vilão da história, que é a própria madrasta do rapaz(duh, que forma ineficiente de matar o filho, mas tudo bem) e se depara com uma pintura, então o vilão escondido fala sobre o “el bosco”, que seria Hieronymous Bosch.

Bem, eu sou um fã desse cara e um dos meus sonhos sempre foi ver as pinturas dele ao vivo, fato que tive a oportunidade de fazer recentemente no Museu do Prado.

Mas agora eu pergunto, como alguém tem a coragem em um filme de citar que a pintura mais conhecida dele: O Jardim dos prazeres terrenos, estaria em Boston? Ela é uma das relíquias da humanidade e esta no mesmo lugar a quase 300 anos, e o pior, ainda mostram a pintura como sendo uma tela simples, uma montagem a la photoshop juntando as imagens das janelas, que é a forma com que esta pintura foi feita. São 3 partes independentes em forma de janela que inclusive pode ser fechada e do lado de fora tem outra pintura.

Realmente me deixou bem insatisfeito com a produção do filme, deturparam totalmente a obra, fora que a interpretação do vilão falando foi péssima, algo como se ele louvasse a depravação humana, quando na real o cara era um padre e a obra inteira é uma crítica aos pecados da raça humana.

E olha que nem sou muito exigente com filme, mas des-informação é coisa pra Desciclopedia!

A cultura do couvert

O Couvert pode ter alguns significados, mas o que me refiro é aquelas comidas servidas no ato em que você entra no restaurante, sem que solicite nada já lhe é servidor alguma coisa para ir “beliscando”.

Eu sou completamente louco por gastronomia, adoro conhecer lugares novos, comidas exóticas, gostos e costumes, além de curtir muito, mas muito mesmo cozinhar.

Uma das coisas que eu sempre achei o mais importante na experiência gastronômica de se ir a um restaurante é a presença do couvert, eu acho muito bom já ter o que comer no momento em que se pisa no lugar, pois diminui a ansiedade de se pedir logo alguma coisa para ter o que fazer, afinal é horrível ficar esperando enquanto tem um monte de gente comendo, e você olhando para teto.

Esta entrada, no geral pode ser qualquer coisa, nas pizzarias pode ser uns pedacinhos de pizza torrada com tempeiro, pão, bem, o que for, o interessante é que cada país tem seu próprio costume:

  • No México são servidos tacos com pimenta
  • Na Argentina pães com vários, mas vários mesmo tipos de patê
  • Na Europa é só pão, sem nada, aparentemente os europeus não gostam de pão com qualquer coisa, costumam comê-lo puro.
  • Nos outros países hispânicos é sempre pão com manteiga, que esta também é uma arte servir, pois é um problema a questão da temperatura, se esta muito quente parece margarina e ninguém gosta, e se está muito fria não da para untar no pão. Quase sempre servem muito fria.
  • No Brasil existe a maior variedade de couverts, mas o interessante é que no Sul do Brasil esta cultura é quase inexistente, todos os bons restaurantes não servem nenhum tipo de couvert, eles tem esta mentalidade de que a pessoa irá se satisfazer e comer menos, quando na realidade é o oposto, a pessoa acaba comendo mais.
  • Em São Paulo (não é um país mas culturalmente é um sim) também é mais presente a cultura dos patês e alguns tipos de pães preparados na hora na maioria dos restaurantes tradicionais, descontando os de etnias que estes seguem as tradições dos seus países
  • Os Americanos não entram nessa lista pois eles são adeptos ao fast food, e então é desnecessário o couvert.. Existem alguns lugares normais mas não é cultura local deles e sim lugares chamados de cozinha internacional.

Estou com saudades da minha casa e de cozinhar, hehehe por isto o post.