O fim dos Sistemas Operacionais
O próximo passo na evolução dos sistemas de informação já está marcado a alguns anos e eu venho fazendo uma serie de posts aqui sobre o assunto, a computação distribuida.
Tudo neste cenário deverá ser repensado, inclusive o papel do sistema operacional, hoje ele é a base, a linha que divide os mundos, as plataformas e as tecnologias.
No conceito da computação distribuída o homem estará dando origem a sua primeira Singularidade, uma entidade única, onipresente até certo ponto semelhante ao poder de uma divindade que rege tudo e todos (Deus).
Neste ambiente, tudo o que conhecemos, informação, software, hardware, e conectividade se torna parte deste super sistema, com o único objetivo de controlar a nossa vida, não no sentido negativo da ficção cientifica, com a idéia de que nos tornariamos escravos, e sim com o único proposito de nos servir, afinal, para que um sistema super inteligente e onipresente vai querer escravizar o seu motivo de existir?
Neste sistema, levando-se em conta que esta super entidade irá ter suas próprias necessidades básicas, que a principio seriam coisas como poder computacional conectado a sua rede, espaço para salvar informação, energia para manter estes sistemas conectados e principalmente estabilidade, seus subsistemas não poderão falhar, pra que sua hegemonia possa se manter.
Assim eu chego ao ponto deste Post, cada sistema operacional executando seria um problema em potencial, um erro esperando para aparecer.
Inevitavelmente os Sistemas Operacionais terão que ser removidos das máquinas, pois o principal objetivo deles que é gestionar e operar um computador, já não será mais necessário, o seu unico objetivo deverá ser prover acesso a essa Singularidade, tanto para que ela possa acessar os componentes conectados a este computador, quanto para que o usuário possa ter acesso a elas.
No Futuro o que hoje temos como um fato para cada computador deverá ser um pseudo sistema já gravado de fabrica nas placas mãe, simplesmente com o objetivo de padronizar a interação desta entidade com os diversos componentes físicos, através de camadas de rede, frameworks padrão de interação com hardware, drivers e o que mais for necessário para que ela possa aproveitar tudo de cada entidade conectada. E não passará disso, provavelmente até será em memórias somente leitura para garantir a integridade e a segurança deste sistema.
E eu não consigo parar de imaginar o quão impressionante e tecnologicamente interessante será no dia que isto for fato, será que poderemos considerar isto uma Inteligencia Artificial? Será que terá consciencia de suas ações? Alguma especie de auto-consciencia artificial?
Dúvidas que só vou saber a resposta com o tempo.
Nossa, preciso de uma enciclopédia apenas para o primeiro parágrafo. Sim, pode me chamar de burrinha.
Ah, antes que me esqueça: adoro o nome do seu blog. Muito bom!
Hahahaha eu lí seu blog de burrinha você não tem nada! Todos os termos estranhos eu to usando um lance pra passar o mouse por cima e aparecre explicação, você tá lendo pela Web ou por News Reader?
O nome é uma trocadilho com a serie de livros “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” onde o terceiro livro seria o Restaurante no Fim do Universo, neste livro eles contam que os 3 estagios da evolução de uma civilização seria: O que podemos comer? Por que comemos? E finalmente aonde vamos comer hoje? Então como um bom apreciador de bar eu prefiro encarar como: Onde vamos beber hoje??
Sim, sim, eu ia comentar que me lembrava o Guia do Mochileiro das Galáxias.
Você leu os livros?
Não. Eu vi o filme há alguns anos, depois comprei o DVD e revi e agora tou louca pra ler. : )
Pois é, depois me conta tua opinião se prefere o livro ou o filme! São 4 livros mas o que é importante é o primeiro mesmo, o cara era completamente doido e se perdeu na própria história.
Eu acho a adaptação do filme bem mais coerente do que a história original…. o DVD é ótimo, tem umas coisinhas de bônus que são muito legais, e a interface lembra o guia do filme mesmo achei o máximo.
[...] quase um ano atrás, eu escrevi sobre o fim dos sistemas operacionais, já questionando se haveria um dia uma singularidade capaz de ser considerada uma inteligência [...]